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PARAIBA

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Escritor João Victor lança livro no dia 06 de setembro, no CFTP, em Sapé

Estão sendo ultimados os preparativos para o lançamento do 12º livro do escritor e poeta João Victor da Silva, que tem prefácio do escritor Antônio Costta (da cidade de Pilar), comentário de Cibele Cabral da Silva e ‘orelhas’ da professora e escritora Marinalva Freire (UFPB).
Com o título “Deus nos recolhe do lixo”, João Victor que é membro da Igreja Congregacional em Sapé lança o seu segundo livro cristão. O primeiro, “A Força da Palavra”, foi lançado em 2012.
Para o lançamento no dia 06 de setembro, às 20h, no Centro de Formação e Treinamento de Professores, o escritor vem mantendo contatos com a comunidade cristã, no intuito de reunir membros de diversas congregações para que sua obra chegue às mãos de todos que creem em Deus.
A obra está sendo editada pela Gráfica e Editora Ideia(João Pessoa), uma das mais conceituadas editoras da Paraíba, já consagrada por suas produções já reconhecidas pelo escritores de todo o Nordeste.

“Trata-se de uma obra que enfoca um lixo diferente materializado em sentimentos como: a inveja, a soberba, a lascívia, o amor ao dinheiro, entre outros. Mas é Ele, Deus, quem com suas poderosas mãos tira o homem da lama, lava-o com o Espírito Santo e transporta-o do lixo do mundo para o luxo do céu”, resume o escritor que é natural da cidade de Sapé.

DA REDAÇÃO
DO INTERIORANO

Benfica anuncia a contratação do goleiro brasileiro Julio Cesar

O Benfica já tornou oficial a contratação do goleiro Julio Cesar. O clube anunciou, através de sua emissora oficial em Portugal, que o jogador já é reforço, e que vai dar uma entrevista ao canal ainda nesta terça-feira. O jogador defendeu a Seleção Brasileira na última Copa do Mundo.
Não foram divulgados mais detalhes, mas Julio Cesar conseguiu a liberação junto ao Queens Park Rangers, e chega em Lisboa para assinar um contrato de duas temporadas com o atual campeão português. As especulações começaram na semana passada e ficaram mais fortes nos últimos dias, quando o goleiro foi visto na cidade.
O Benfica precisou correr atrás de um goleiro após a saída do esloveno Oblak, contratado pelo Atlético de Madrid. Artur Moraes, também brasileiro, foi titular nas últimas duas partidas, mas o técnico Jorge Jesus não confia plenamente nele.

Em Portugal, Julio Cesar vai voltar a protagonizar rivalidade com Helton, hoje no Porto. Os dois subiram aos profissionais praticamente juntos por Flamengo e Vasco, respectivamente. Porém, o ídolo do Dragão está machucado e deve voltar apenas no início de 2015.
LanceNet

Campinense Clube adere ao programa Gol de Placa

O Campinense Clube aderiu oficialmente ao programa Gol de Placa 2014, nesta terça feira (19). Agora, o time campeão do Nordeste de 2013 e que está representando a Paraíba na série D do Campeonato Brasileiro e solicitou à Secretaria de Estado da Juventude, Esporte e Lazer (Sejel), os ingressos referentes ao programa que visa ajudar financeiramente os clubes de futebol do Estado.
O presidente do clube rubro negro, William Simões, justificou a iniciativa e destacou o apoio da torcida para que haja êxito. "A receita do clube tende a aumentar agora depois que resolvemos solicitar os ingressos do Gol de Placa. É importabte destacar que o apoio da torcida será fundamental, pois os ingressos poderão ser trocados por nota fiscal, que facilitará o acesso do torcedor ao estádio quando formos mandantes dos jogos, disse Simões.
Para o coordenador do programa, Antônio Fernando, o Mineiro, a nova lei do Gol de Placa foi melhorada para que os clubes possam receber a quantia sem burocracia. "Além do valor ter aumentado para 3 milhões, o torcedor foi contemplado, pois pode adquirir ingressos trocando cupom fiscal. Sem falar que não existe mais burocracia como nos anos anteriores", frisou.
A versão 2014 do Gol de Placa é destinada aos clubes de futebol da Paraíba que disputaram o Campeonato Paraibano, Copa do Nordeste, Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro. "Outro avanço no programa é que nessa versão, quem disputa a Copa Nordeste também tem direito", concluiu o titular da Sejel, Tibério Limeira.



Com WSCOM


Papa Francisco admite poder vir a renunciar

O Papa Francisco admitiu aos jornalistas, na viagem de regresso ao Vaticano depois da visita pastoral à Coreia do Sul, a possibilidade de poder vir a renunciar ao pontificado, se lhe faltarem as “forças”.
De acordo com a Renascença, Francisco elogiou o exemplo dado pelo Papa emérito Bento XVI, lembrando que “a nossa vida é maior e numa certa idade já não temos capacidade de governar bem, porque o nosso corpo está cansado. Podemos ter saúde, mas não temos força para continuar a governar a Igreja".
Por isso, acrescentou, que se um dia não sentir forças fará o mesmo. “Rezarei muito, mas farei o mesmo. Ele abriu uma porta que é institucional, não excepcional”, sublinhou.
O Papa confessou ainda que pensa que não lhe restam muitos anos de vida, desvalorizando a sua popularidade. “Interiormente, procuro pensar nos meus pecados, nos meus erros, para não ser orgulhoso. Porque sei que vai durar pouco tempo. Dois ou três anos e, depois, volto à casa do Pai", disse.

Jornal i

PB tem 16 açudes com menos de 5% e 200 mil pessoas sem água; cisternas chegam para 81 mil

Divulgação/Assessoria
Apesar das chuvas registradas no Leste da Paraíba, suficientes para garantir situação confortável nos mananciais dessa região, o interior do estado tem pouco mais de 200 mil pessoas que sofrem com a escassez de água. Essa população que fica em 16 cidades depende de 21 reservatórios que têm menos de 5% da capacidade. Os dados dos volumes dos açudes são disponibilizados pela Agência Executiva de Gestão das Águas.
Uma das alternativas para aqueles que sofrem com a falta de água é a utilização de cisternas de polietileno, que acumulam 16 mil litros, provenientes da chuva ou de outras fontes, e abastecem uma família de quatro a cinco pessoas por até nove meses de estiagem.
Atualmente, nove municípios paraibanos contam com cisternas de polietileno, o que soma uma população estimada de 81 mil pessoas: Araruna, Areial, Cacimba de Dentro, Dona Inês, São Sebastião de Lagoa de Roça, Soledade, Belém do Brejo do Cruz, Igaracy, Quixaba e Lagoa.
O Estado recebeu 5 mil unidades e desse total, apenas 102 faltam ser instaladas. A previsão é que os trabalhos sejam concluídos até dezembro deste ano.
Segundo a Acqualimp, fornecedora dos reservatórios na Paraíba, o material utilizado na fabricação dos equipamentos é adequado à região. “A resina de polietileno somente pode fundir a uma temperatura de 147° C, sendo que a temperatura máxima no semiárido pode oscilar em torno de 50° C em períodos de clima mais severo. Além disso, essa é uma tecnologia consolidada internacionalmente e utilizada há mais de duas décadas em países com temperaturas semelhantes ou até mais críticas que as encontradas no Nordeste brasileiro”, explica Amauri Ramos, diretor da Companhia. A durabilidade e resistência é outra característica do equipamento.
“O polietileno, por sua elasticidade, impede que os tanques apresentem fissuras e trincas. O uso do polietileno também impede vazamentos da água, assim como a contaminação por outros líquidos e resíduos sólidos. Desta forma, preserva a qualidade da água armazenada e proporciona benefícios para a saúde da população atendida. Uma cisterna de polietileno pode durar até 30 anos”, conclui Ramos.

Mania de 'selfies' pode estar passando dos limites, diz pesquisador

Registrar os momentos com vídeos, atualizações de status e selfies é inevitável, mas podemos estar ultrapassando os limites. É o que pensa o pesquisador Andrew Hoskins, da Universidade de Glasgow, na Escócia.
Ele está em São Paulo para o Fórum Permanente de Gestão do Conhecimento, Comunicação e Memória, onde falará sobre como as tecnologias digitais estão mudando a maneira como os acontecimentos atuais se tornam memória.
O pesquisador, que fundou a publicação especializada Memory Studies, fala até mesmo de um "esvaziamento da memória" à medida que as pessoas se tornam mais dependentes das buscas online e guardam extensos arquivos e fotos pessoais digitais que nunca serão visualizados.
"A memória sempre se faz no presente. Ainda não entendemos a magnitude da maneira como a tecnologia mudará nossa memória no futuro", disse o pesquisador à BBC Brasil.
Confira a entrevista:
BBC Brasil: Durante o funeral do ex-candidato presidencial Eduardo Campos, pessoas foram criticadas por tirar selfies mesmo próximo ao caixão. Como você vê isso? Pode ser considerado desrespeitoso ou seria uma reação normal ao estar presente em um evento histórico?
Andrew Hoskins: Depende do ponto de vista de cada um. A noção do que é público se transformou com a tecnologia. E há agora o que eu chamo de compulsão pela conectividade. Então a pergunta a se fazer é por que as pessoas estão tirando selfies? Por que elas estão constantemente registrando tudo? É em parte a ideia do que é estar em um espaço público hoje, o que é entender uma certa experiência ou evento.
A tecnologia sempre esteve presente nesse sentido, mas para mim há um ponto em que chegamos longe demais. É quando registrar o evento se torna mais importante do que ver o que está sendo registrado. Acho que esse momento estamos vivendo agora.
BBC Brasil: E a noção que temos dessas regras de comportamento vai mudar ao longo do tempo?
Andrew Hoskins: Essa moral é geracional e está sempre mudando. São níveis diferentes de alfabetização midiática. O uso normal para uma pessoa não é o mesmo para outra.
Quando eu vou para um show, eu quero ver uma banda, eu vou para ver a performance. Eu não quero alguém diante de mim balançando o telefone, a câmera ou um iPad. Mas eu sou de outra geração, eu acho isso estranho. Eles claramente acham que não. Eles acham que isso é parte rotineira do que significa estar em um evento ao vivo. Essa midiatização dos eventos é algo que mudou muito nos últimos cinco anos.
Andrew Hoskins (BBC)
Pesquisador Andrew Hoskins diz que a tecnologia está mudando a forma como fatos se tornam memórias
Eu também vivo tirando fotos e gravando tudo o que acho interessante, não estou acima disso. Mas você precisa se perguntar: como seria essa experiência se você não a tivesse registrado? O que ela significaria para você uma semana ou dois meses depois sem aquele registro audiovisual? Quão importante é esse registro na formação da memória daquele evento? Outras pessoas construirão suas memórias sem isso e sempre foi suficiente.
BBC Brasil: Em seu livro iMemory você diz que a compulsão pela conectividade pode ser responsável pelo esvaziamento da nossa memória. Como esse esvaziamento acontece? Nos lembramos de menos coisas porque estamos muito ocupados tirando fotografias?
Andrew Hoskins: A memória hoje é menos uma questão de lembrar e mais uma questão de saber para onde olhar. Muitos psicólogos dizem que há uma diminuição da memória humana por causa da nossa crescente confiança na tecnologia. Quando eu era criança, eu tinha que lembrar das coisas. Agora se eu não me lembro, posso digitar e aparece para mim.
A grande mudança é que a confiança nas tecnologias da comunicação e da informação para criar memórias, para se sociabilizar e para se informar está passando a ser um dependência. E esse é o ponto crítico. Diferentes países estão em diferentes estágios, mas estamos todos entre a confiança e a dependência das tecnologias.
Contar com essas tecnologias é bom, na minha opinião. Mas depender delas é outra coisa. A noção de compulsão pela conectividade sugere para mim que estamos dependentes. É essa coisa de não poder ficar sem checar mensagens no telefone, sem tirar fotos. De não poder ficar desconectado por algum tempo, porque nos sentimos sozinhos e alienados.
BBC Brasil: E é possível determinar quais eventos as pessoas devem ou não registrar? Como shows ou mesmo funerais?
Andrew Hoskins: Há pessoas que estão tentando. Há algumas bandas que pedem aos fãs que não gravem, não fotografem e não usem seus telefones durante os shows e alguns aderem a isso. Mas eles são a exceção, não a regra. A sensação é de que isso é inevitável e de que a penetração dos smartphones faz parte da sociabilidade do dia a dia. É impossível escapar deles.
BBC Brasil: Mesmo antes dos celulares, estes eventos já eram sociais. Em funerais, já se debatia o hábito de conversar animadamente com outras pessoas. Nos anos 1960 já se dizia que fãs dos Beatles iam aos shows mais para gritar do que para assistir à banda. A tecnologia móvel mudou isso tanto assim ou estamos apenas nos adaptando a um novo formato?
Andrew Hoskins: Em países e regiões diferentes as coisas mudam em ritmos distintos. O que é um comportamento aceitável em cada lugar é cultural e regional. É difícil ter uma resposta única para esta pergunta. Mas é realmente uma questão de adaptação.
Especialmente se você pensar que muitas das pessoas tirando essas fotos são de uma geração mais nova. Há 30 anos, quando eu era criança, a pessoa que tirava todas as fotos das férias em família era meu pai. Era o pai que determinava o que seria, no futuro, a memória da família. Então tínhamos aquela perspectiva bastante patriarcal e masculina. Quem tira as fotos hoje? Os filhos. Então temos hoje uma perspectiva diferente sobre as famílias. Nesse sentido, a mudança é interessante.
BBC Brasil: No caso da política, é mais fácil hoje trazer de volta promessas de campanhas e escândalos envolvendo os candidatos para continuar cobrando respostas. A tecnologia estaria ajudando a nossa memória política?
Andrew Hoskins: Sim e não. Há muitas maneiras de responder a essa pergunta. Uma delas tem a ver com a maneira como os políticos estão lidando com o presente, porque eles sabem que tudo está sendo gravado e poderá ser usado contra eles. Na Grã-Bretanha, acho que o discurso político se tornou muito insosso porque os políticos têm medo de dizer algo que eles sabem que dois meses depois será recuperado rapidamente para contradizer a próxima coisa que eles disserem.
Funeral de Campos (Reuters)
'Selfies' tiradas durante o funeral de Eduardo Campos geraram debate sobre regras de comportamento
O jornalismo sempre fez isso, mas era muito difícil. Você tinha que analisar um arquivo imenso para encontrar o momento em que uma pessoa prometeu algo. Mas agora qualquer um pode fazê-lo, chama-se Google. Isso tem um efeito adverso na política. Porque os políticos, assim como qualquer um, não querem ter que responder por opiniões e promessas que inevitavelmente mudam - por boas e más razões. Então o discurso deles tende a ser mais vazio.
Por outro lado, há uma filosofia de que a memória perfeita e completa sobre todas as coisas é algo bom, mas isso ignora algo fundamental: nem todas as memórias são boas. Também queremos esquecer coisas. Esquecer não é disfuncional, é muito importante.
BBC Brasil: Mas ao escolher representantes políticos é importante lembrar, não?
Andrew Hoskins: Sim e não. Quando o ex-primeiro-ministro britânico Gordon Brown chamou uma eleitora de "preconceituosa" em 2010, a tecnologia o pegou desprevenido. (Gordon havia acabado de cumprimentar a mulher, Gillian Duffy, e fez o comentário momentos depois, no carro, para um de seus assessores, sem perceber que ainda usava um microfone do canal de TV Sky News. O caso repercutiu em todo o país).
Um microfone que estava ligado o pegou falando o que ele realmente pensava e isso foi visto como degradante. Aquela frase representava tudo o que Gordon Brown pensava? Provavelmente não. Mesmo assim, ela manchou a memória política do homem que ele foi e das coisas que pensou.
G1
 
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