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Quem sou eu

Formado em Geografia e Pós-graduado em Supervisão Escolar,jornalista, com DRT.Professor de Geografia e História da rede Municipal e Estadual,com atuação em Mari e Riachão do Poço.Foi educador popular em uma entidade ligada a diocese de Guarabira,chamada PROCEP(Projeto Comunitário de Educação Popular).Nascido em 13 de janeiro de 1969.É Diretor-Chefe do jornal O FAROL,de circulação regional e do Blogsite do Professor Josa.É um multimidia.Já recebeu moções de aplausos da Cãmara Municipal de Mari,pelo trabalho que vem realizando no rádio-jornal e na área de agitação cultural.Comandou o programa jornalístico LIBERDADE DE EXPRESSÃO, por dois anos e meio,na rádio comunitária Araçá FM.Foi assessor de gabinete da Câmara Municipal de Mari,no período de 1997 a 2000. Além de exercer a função de professor e jornalista é radialista e membro da Loja Maçônica Estrela de Araçá, Oriente de Mari-PB.

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PARAIBA

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Detentos da Paraíba que trabalham passam a ganhar vale-transporte


Uma resolução publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) da Paraíba deste sábado (25) determinou o pagamento mensal de uma quantia em dinheiro equivalente ao vale-transporte para todos os detentos reeducandos que desenvolvem algum tipo de trabalho em órgãos da Secretaria de Administração Penitenciária da Paraíba (Seap). A resolução é assinada por um conselho formado pela Seap, Vara de Execuções Penais e Ministério Público.

O benefício foi publicado em caráter excepcional e temporário, até que um convênio entre o governo da Paraíba e a Associação de Empresas de Transportes Coletivos Urbanos de João Pessoa (AETC-JP) seja firmado. Apesar de ter sido publicado no DOE deste sábado, a resolução data de 16 de abril de 2015 e tem efeito retroativo para 1º de abril.

O secretário de Administração Penitenciária, Wagner Dorta, comentou que se trata de um benefício comum a qualquer trabalhador. “Ganham o benefício detentos do regime semiaberto ou aberto que trabalham na Seap ou em outras secretaria prestando serviços como qualquer outro trabalhador. Não é algo novo, foi apenas uma formalização”, explicou.

G1

Dez coisas são encaradas como traição, mas não deveriam

cornoOs casais têm acordos –explicitamente combinados ou implícitos– que regem a relação. No entanto, algumas circunstâncias do dia a dia podem colocar o relacionamento à prova sob o peso da palavra “traição”, mas não deveriam. Veja, a seguir, dez situações que não deveriam ser levadas tão a sério.
FLERTAR COM OUTRA PESSOA EM UMA FESTA: se a situação se limita somente à troca de olhares, sem nenhuma real intenção de ter qualquer tipo de envolvimento com a pessoa, qual é o problema? Trata-se de uma paquera inocente, que não só eleva a autoestima de quem pratica como serve como combustível para impulsionar a libido do casal, principalmente para aqueles que estão em uma relação longa. Pode ser encarada como uma brincadeira, sem nenhuma consequência, que ajuda quem é mais reprimido a tomar uma atitude mais ousada e divertida com o par.
VER PORNOGRAFIA: hoje, com a profusão de imagens, filmes e vídeos eróticos disponíveis na internet, todo mundo pode consumir pornografia facilmente. E esse fato jamais deveria ser considerado uma traição, principalmente se não provocar desinteresse ou afastamento entre o casal. Não há contato físico com os atores das produções e, na maior parte das vezes, trata-se de curiosidade, mesmo. Além disso, o material pode servir de incentivo para o casal conversar mais abertamente sobre sexo e colocar em prática suas fantasias.
IR A HAPPY HOURS SEM O PAR: é o tipo de programa que costuma ser visto com implicância por parceiros controladores e inseguros, que veem qualquer situação da qual não participam como uma ameaça. As possíveis tentações, no entanto, são mais frequentes na cabeça do ciumento do que na realidade. E há, ainda, uma sugestão implícita, bastante difundida por nossa cultura e pela Igreja Católica, que as duas partes de um casal devem se tornar um só. Perder a individualidade em prol da relação parece romântico. Mas, na prática, podar o par e afastá-lo de pessoas e atividades dos quais a pessoa gosta pode, pouco a pouco, sufocar e acabar com o romance. Viver situações sociais fora do vínculo afetivo é saudável e estimulante para os dois.
MANTER CONTATO COM “EX”: se houver filhos, por exemplo, haverá a necessidade constante de contato, e aceitar o isso é uma obrigação. E o fato de ser avisado sobre a comunicação com o antigo par (com ou sem filhos) deveria ser encarado como um voto de confiança, como uma prova de que não há nada a ser escondido entre o casal. Um ex-casal pode manter uma amizade, sim. Obviamente, as intenções dos envolvidos devem ser consideradas, pois qualquer situação que possa desestabilizar a relação deve ser discutida e avaliada pelo casal.
CURTIR FOTOS E FAZER ELOGIOS NAS REDES SOCIAIS: estamos vivendo em uma sociedade com estímulos visuais, vindos de todos os cantos. É natural que uma ou outra imagem em uma rede social chame a nossa atenção. Curtir e fazer um elogio, para muita gente, é algo que faz parte de seu estilo de sociabilização virtual. Se não houver uma segunda intenção nos comentários e se essa atitude é comum com várias pessoas, não há necessidade de se preocupar.
OLHAR PARA ALGUÉM NA RUA: para muitos, olhar para uma pessoa atraente é algo automático, mecânico e sem nenhuma intenção. Acusar uma pessoa de infidelidade ou de ter vontade de trair apenas por ter olhado alguém na rua é uma atitude infantil e exagerada. Se o par tem um histórico de infidelidade e atitudes desrespeitosas, mais importante do que brigar é repensar a relação e se perguntar se vale a pena mantê-la.
O PAR TER UM(A) AMIGO(A) QUE VOCÊ CONSIDERA UM(A) CONCORRENTE: muitas amizades nasceram antes de relacionamentos amorosos e, embora seja muito difícil de aceitar para alguns, são fortes, duradouras, afetuosas e bastante íntimas. Nem por isso, no entanto, indicam que vão se transformar em um romance. É preciso aceitar que existem fatos da vida do amigo que o par não vai contar para você, por respeito e lealdade a ele (ou ela). Aceite que, certamente, seu par não lhe conta tudo o que pensa e sente, pois algumas coisas são divididas apenas com amigos. E você deve fazer o mesmo com os seus, certo?
USAR BRINQUEDOS ERÓTICOS A SÓS: a sexualidade de qualquer pessoa não se restringe aos momentos divididos com o parceiro. A masturbação, com ou sem apetrechos sexuais, é um exercício saudável e importante de autoconhecimento que não substitui a relação sexual com o par. Além disso, pessoas que se dispõem a conhecer o próprio corpo, em geral, são melhores na cama, pois sabem quais são seus desejos e tendem a querer desvendar os alheios.
FAZER GRACINHAS COM COLEGAS DE TRABALHO: as pessoas passam a maior parte do seu tempo no trabalho. Então, nada mais natural que amizades se desenvolvam, algumas com uma dose extra de intimidade do que outras. Piadas, gracejos e brincadeiras, alguns maliciosos ou de duplo sentido, não significam necessariamente desrespeito ao par ou são sinal de uma intenção sexual.
TER FANTASIAS ERÓTICAS COM OUTRAS PESSOAS: trata-se de uma circunstância inerente à sexualidade humana, que não diz respeito às demais pessoas. Fantasiar é uma coisa, concretizar é outra bem distante. E, acredite, é provável que muitas das fantasias sexuais acabem colaborando com a relação do casal. Apenas merece atenção se a fantasia torna-se algo extremamente necessário para obter prazer ou comprometa a vida a dois de alguma forma.
ESPECIALISTAS CONSULTADOS: Eduardo Ferreira-Santos, psiquiatra, psicoterapeuta, doutor em Ciências Médicas pela Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo) e autor dos livros “Ciúme — O Medo da Perda” (Ed. Claridade) e “Ciúme — O Lado Negro do Amor” (Ed. Ágora); Luiz Cuschnir, psiquiatra, psicoterapeuta, coordenador do Gender Group do Ipq-HC (Grupo de Psicoterapia sobre Gêneros para Homens e para Mulheres do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo) e autor de vários livros sobre relacionamento, entre os quais “Ainda Vale a Pena” (Ed. Planeta); Maria de Melo, psicóloga formada pela USP (Universidade de São Paulo), especialista em análise reichiana e autora dos livros “A Coragem de Crescer” (Ed. Ágora) e “Vida a Dois” (Ed. Mandarim)

Uol

PMDB Jovem elege Diretório e Comissão Executiva durante Convenção em JP


 
PMDB Jovem elege Diretório e Comissão Executiva durante Convenção em JP
Diretório estadual se reuniu neste domingo
 
O PMDB Jovem da Paraíba realizou sua Convenção Estadual, neste domingo (26) e, através do voto direto e secreto, elegeu o Diretório Estadual; os delegados à Convenção Nacional e seus suplentes; a Comissão de Ética e Disciplina e suplentes; a Executiva Estadual e Conselho Fiscal, com os respectivos suplentes.
Os trabalhos foram iniciados pontualmente às 9h, prestigiados pelo presidente do partido na Paraíba, senador José Maranhão, pelo deputado federal Veneziano Vital do Rêgo, pelo ex-governador Roberto Paulino, pelo deputado estadual Raniery Paulino e pelo tesoureiro estadual do PMDB, Antonio Souza da Silva, o aniversariante do dia.
Prefeitos, vereadores e representantes da Juventude peemedebista de toda a Paraíba participaram do evento, que aconteceu na sede do Diretório Estadual, em João Pessoa.
O jornalista Dihêgo Cavalcanti do Amaranto, que presidia a Comissão Provisória da Juventude do PMDB, foi eleito presidente da Executiva Estadual para o biênio 2015/2016. Os outros dirigentes eleitos são Pâmela Vital do Rêgo Freire, 1ª vice-presidente; Leônidas Bezerra Cavalcanti Targino Maranhão, 2º vice-presidente; José Ronaldo Martins de Andrade Filho, secretário-geral; Anderson Phelipe Fernandes Cordeiro, 1º secretário; Raphael José do Nascimento Fonseca, tesoureiro-geral; Icaro Teixeira Rocha, 1º tesoureiro; Rafael AQslan da Silva Santos, 1º vogal; Adriano Martins de Lima, 2º vogal; Jean Patrício da Silva, 3º vogal; Hugo Pires Muner, 4º vogal; Márcio Glauco Medeiros Fernandes de Oliveira, 1º suplente; Thiago Pontes Machado, 2º suplente; Weslley Bruno Nascimento Silva, 3º suplente; e Waleska Maria Sales Bezerra, 4º suplente.
O Conselho Fiscal da Juventude do PMDB da Paraíba ficou constituído por Arquimedes Mariano Pereira, Roberta Bezerra Marques e Pedro Fernandes de Araújo Neto, tendo como suplentes, pela ordem, Uellder Magno Leite Albino, Marcela Herculano Morais e Martinho Cícero Correia Barbosa.


Com parlamentoPB
 
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